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RENOVAÇÃO DAS OPORTUNIDADES

No artigo publicado no Jornal Tribuna Ribeirão de hoje falo sobre a renovação de oportunidades para o ano de 2018.

365 dias. Muito mais do que isso. 365 oportunidades de fazer tudo novo, diferente, melhor. Um novo ano começa e com ele a esperança de ver muito mais para Ribeirão Preto. Teremos 365 chances de fazer a nossa parte para que a nossa cidade melhore. Cada um cumprindo o seu papel. Seja cobrando a quem confiou o voto ou fiscalizando quem administra Ribeirão Preto.

A quem espera a virada de ano de forma ansiosa, fica a expectativa de que as oportunidades de reconstrução de nossa cidade não sejam desperdiçadas. Fica a esperança que no calendário de 2018, em algumas das semanas de cada mês, nosso asfalto fique melhor, que nossa Educação seja valorizada e que a Saúde seja digna.

Que nosso calendário de 2018 seja repleto não só de feriados, como o de São Sebastião que tanto lutei para ser mantido, mas também de notícias boas. Informações essas que nasceramem 2016, em promessas por uma cidade melhor. Quem não quer novas unidades de Saúde?

Quem não quer uma Educação com escola em tempo integral?

O novo ano começa com a renovação das forças para continuar trabalhando por Ribeirão Preto. Com as energias renovadas, vou continuar buscando a melhoria de vida de nossa população, seja com projetos como o IPTU Verde, ou com a instalação do Bom Prato, por exemplo. Vou fazer de tudo para que as 365 oportunidades de fazer algo ajude Ribeirão Preto.

Bem-vindo, 2018.

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São Sebastião e nossa história

Muito mais que apenas um dia de descanso ou de comércio fechado. O feriado de São Sebastião é uma data de reconhecimento a um mártir cristão e também de respeito a história de Ribeirão Preto, a nossa São Sebastião do Ribeirão Preto.

Foi assim, sob a proteção do santo, que a hoje internacionalmente conhecida “Ribeirão Preto” denominada, nasceu. Poderíamos ser até hoje conhecidos como moradores de “São Sebastião”, por exemplo.  

Talvez o destino fez com que o nome de “São Sebastião” fosse deixado de lado ao longo de nossa história. Fiquei feliz com a notícia de que a ideia de riscar do calendário do feriado de 20 de janeiro, data do nosso padroeiro, não prosperou.

Primeiro, vamos às discussões econômicas, base para quem levantou a hipótese de revogação do feriado. A data em 2018 será em um sábado. Ou seja, não será um feriadão prolongado e as perdas para o comércio não serão gigantescas. Além disso, essas datas são uma chance para o encontro de amigos e familiares, o que também movimenta outros setores do comércio.

Porém, vamos ao tema principal. A importância de São Sebastião para os fiéis e também para a nossa história.

São Sebastião é um mártir cristão, indo muito além da doutrina católica. A coragem do homem que fez parte do exército romano para difundir os ensinamentos de cristo é um marco para todas as religiões cristãs, mesmo aquelas que não têm devoção a santos.

A história de Ribeirão Preto que nasceu com a primeira igreja dedicada a São Sebastião, onde hoje é a Praça XV, não pode ser desrespeitada. Manter a data, que já ficou fora do nosso calendário dos anos 60 até 2010, foi um grande acerto.

Que continuemos reservando essa data para o homem que inspirou o surgimento de uma cidade e dá força para os ribeirão-pretanos até hoje. 

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As engrenagens da economia estão parando


Está nos jornais de hoje que a produção de veículos é a menor para este mês desde 2005, vemos também muitas fabricas de férias, outras paralisando suas atividades, algumas demitindo e outras até fechando suas portas.

E o por quê disso tudo?

Isso tudo porque o governo vem há anos promovendo politicas erradas e agora adota medidas que fazem com que as pessoas percam seu poder aquisitivo e tenham medo de gastar seu dinheiro em bens que não tenham tanta necessidade no momento.

Não é só a indústria de veículos que está sofrendo, todos os tipos de indústrias estão sofrendo, desde a que produz geladeira, fogão até a que produz caminhão e carros.

Com certeza logo logo esse problema vai bater a sua porta, se é que já não bateu.

Digo que irá bater a sua porta, já que a indústria é somente uma das engrenagens que fazem com que a economia gire, porque se a indústria não produz as demais fábricas que dependem desta indústria também não produzem e assim sucessivamente e se a indústria não produz é resultado que o comercio não vende e se o comercio e a indústria não vendem eles demitem e se eles demitem, nós é que vamos ficam sem emprego e sem emprego cada vez mais iremos depender do seguro desemprego e para nosso azar a nossa presidente mexeu nesse nosso direito também.

Assim a bola de neve não para e só vai aumentando dificultando cada vez mais que nosso país saia do buraco e que nós possamos enxergar uma luz no fim do túnel.

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Não adianta só reformar, Tem é que preservar


Está no jornal A Cidade de hoje que a explanada do Theatro Pedro II e as praças XV de Novembro e Carlos Gomes passarão por reformas e terão um custo aproximado de R$ 700 mil.

O problema não é a reforma, o problema é o que será feito depois.

O depois que eu quero dizer é quem fará a manutenção desses locais, pois não adianta nada reformar e depois não fazer a limpeza a preservação e a manutenção do local.

Por exemplo, quando reformamos, trocamos o piso ou ainda pintamos nossa casa procuramos depois das obras manter nossa casa em ordem para que não precisemos reformá-la novamente e como fazemos isso?

Fazemos varrendo, limpando, usando produtos para a limpeza de nossa casa e dessa maneira conseguimos manter por mais tempo nossa casa em ordem sem que tenhamos que novamente gastar nosso dinheiro com outra reforma.

Temos vários exemplos de praças reformadas e que depois abandonadas, o maior exemplo é a Praça das Bandeiras onde fica a catedral de nossa cidade. Ela foi reforma há pouco tempo e hoje já encontra-se precisando de uma nova reforma, já que não tivemos ninguém cuidando da limpeza e da manutenção do local.

Parece que é mais fácil deixar estragar e gastar muito dinheiro na reforma do que quando tiver alguma problema já resolve-lo. Também não adianta só varrer e as vezes jogar água, algumas vezes será necessário realmente uma limpeza do local do local, com produtos. Se em casa esfregamos e limpamos por que não fazer isso nas praças?

Por tanto não basta apenas reformar tem que manter o local limpo, arrumado, organizado, pois desta maneira as pessoas passaram a utilizar novamente o local e passarão a preservá-lo e a próxima reforma do local irá demorar e consequentemente iremos economizar.

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