quarta-feira, 15 de abril de 2015

Falamos durante o programa Acorda Ribeirão sobre preconceito, todos os dias milhares de pessoas sofrem preconceito. Existem vários tipos de preconceito, alguns sofrem pela cor da pele outros, por serem gordinhos ou por serem muito magros, outros ainda sofrem por religião ou ainda pela opção sexual, ainda tem o preconceito com os portadores de deficiência física ou mental.

Esse tipo de preconceito é uma coisa que já nasce conosco, para exemplificar isso estou colocando um vídeo para que você possam assistir e exemplificar o que estou dizendo. Eu particularmente não costumo assistir muitos vídeos que recebo principalmente os que são longos, mas este vale muito a pena assistir, garanto que no final do vídeo você irá divulgá-lo para que seus amigos o assistam também.

Passei a conhecer este vídeo em um dos cursos da Oficina Literária Puntel.

No vídeo você verá um estudo realizado em uma sala de aula com crianças canadenses, este estudo foi feito com o consentimento da escola, dos pais e da secretaria de educação daquela cidade.

No vídeo a professora irá separar a classe em duas turmas onde metade da sala será formada por alunos altos e a outra metade por alunos baixos. Os alunos baixos serão estimulados a pensar que são mais inteligentes que os demais. Durante todo o dia os alunos baixos receberão elogios e privilégios, fazendo com que no passar do dia começasse a surgir o preconceito com o mais altos da sala e as crianças começarão a se dividir entre altos e baixos e um acabará evitando o outro, alguns até não concordarão no inicio com essa separação e dirão que nada do que a professora diz é verdade, mas, como a professora diz que aquilo está certo elas passarão a aceitar.

No final do dia os mais altos já tristes e por muitas vezes já tinham chorado pelo acontecido foram chamados para ficarem na escola mais alguns minutos e os mais baixos foram dispensados.

Neste momento os mais altos foram informados que tudo aquilo não passava de uma experiencia e uma demonstração de preconceito e que no dia seguinte tudo o que ocorreu com eles durante o dia todo irá ocorrer com os mais baixos da sala.

Passado o dia os alunos chegaram novamente à escola onde a professora informou todos os alunos que havia cometido um erro e que na verdade os mais altos é que seram mais inteligentes e novamente a classe foi dividida.

Com o passar das horas os alunos mais baixos que um dia antes foram estimulados e elogiados passaram a ser hostilizados e os exercícios que um dia antes faziam com facilidade passaram a errar.

Ao final do dia a professora informou todos os alunos que na verdade o que elas tinham passado era uma experiência sobre preconceito e que na verdade todos eram inteligentes.

Para a surpresa da professora no momento que a experiência acabou os alunos ainda não demonstravam os resultados esperados pela experiência e parecia que tudo o que as crianças tinham passado não tinha valido de nada e que talvez só fosse trazer prejuízos na formação daquelas crianças.

Mas uma semana após a experiência os repórteres voltaram à escola e para surpresa de todos, as crianças passaram a entender melhor sobre o preconceito e tudo o que eles faziam com outras crianças principalmente com um garoto da sala passaram a não fazer e principalmente a defendê-lo.

O que estou tentando demonstrar é que se estimularmos as pessoas com certeza teremos resultados melhores, porque se começar a achar que esta ou aquela pessoa não serve para um serviço ou para uma tarefa com certeza com o passar do tempo àquela pessoa realmente irá sentir-se desmotivada e passará a acreditar nisso.

O que proponho é que ensinemos sobre preconceito para as nossas crianças nas escolas porque com certeza teremos em um futuro adultos mais conscientes e capazes de entender as diferenças dos outros que na verdade essas diferenças são os preconceitos que temos.




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