quarta-feira, 13 de maio de 2015


O terminal de ônibus urbano da catedral de Ribeirão Preto não sai do papel e com certeza muito estudo ainda será necessário para saber os reais impactos que a construção deste terminal causará na estrutura da nossa querida catedral.

Sabemos que as praças e a catedral são construções tombadas, portanto não podem sofrer alterações sem autorização, portanto tenho certeza que essa construção não será bem um terminal, será mais para um puxadinho para os usuários de ônibus. Para resumir não irá mudar quase nada para os usuários do transporte publico. Isso você pode ver na foto logo a baixo de como deve ficar o puxadinho.

Outra solução que começa ganhar força seria voltarmos a ter o antigo terminal Carlos Gomes. 

Terminal este destruído pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali, este terminal foi destruído para a retirada dos ambulantes que ali estavam esta foi à justificativa apresentada pelo prefeito para a demolição.

Desde a demolição do terminal o centro da cidade foi super prejudicado, pois deixou de ter o terminal e passou a ter uma infinidade de pontos para suprir a falta do terminal. 

Com a falta do terminal os ônibus passaram a superlotar as ruas do centro da cidade e com isso o transito passou a ser quase que intransitável no centro da cidade.

Desta forma além dos usuários os comerciantes perderam, pois passaram a contar com menos clientes, pois muitas pessoas deixaram de vir para o centro devido ao transito caótico.

Por estes motivos eu te pergunto não teria sido mais fácil e econômico ter mantido o antigo terminal Carlos Gomes?

Se ele estivesse lá seria necessária somente uma modernização, eu sei que o antigo terminal não atendia todas as necessidades dos usuários, mas com certeza a falta dele é bem pior, pois as pessoas hoje se aglomeram nos pontos que por muitas vezes faltam bancos e falta cobertura contra o sol e chuva.

Por estes motivos o ideal teria sido um planejamento melhor antes da destruição do terminal assim com certeza iriamos ter economizado um bom dinheiro em impostos, os usuários de ônibus teriam tido um maior conforto e essa briga toda entre igreja e empresa de transporte teria sido evitada.



2 comentários :

  1. O problema não é a construção da cobertura, é o aumento do fluxo: de 16 ônibus, aumentar para 40 !!!

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  2. Concordo com você Graça, o ideal é que o fluxo de ônibus diminua ou termine no entorno da cateral

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