As engrenagens da economia estão parando


Está nos jornais de hoje que a produção de veículos é a menor para este mês desde 2005, vemos também muitas fabricas de férias, outras paralisando suas atividades, algumas demitindo e outras até fechando suas portas.

E o por quê disso tudo?

Isso tudo porque o governo vem há anos promovendo politicas erradas e agora adota medidas que fazem com que as pessoas percam seu poder aquisitivo e tenham medo de gastar seu dinheiro em bens que não tenham tanta necessidade no momento.

Não é só a indústria de veículos que está sofrendo, todos os tipos de indústrias estão sofrendo, desde a que produz geladeira, fogão até a que produz caminhão e carros.

Com certeza logo logo esse problema vai bater a sua porta, se é que já não bateu.

Digo que irá bater a sua porta, já que a indústria é somente uma das engrenagens que fazem com que a economia gire, porque se a indústria não produz as demais fábricas que dependem desta indústria também não produzem e assim sucessivamente e se a indústria não produz é resultado que o comercio não vende e se o comercio e a indústria não vendem eles demitem e se eles demitem, nós é que vamos ficam sem emprego e sem emprego cada vez mais iremos depender do seguro desemprego e para nosso azar a nossa presidente mexeu nesse nosso direito também.

Assim a bola de neve não para e só vai aumentando dificultando cada vez mais que nosso país saia do buraco e que nós possamos enxergar uma luz no fim do túnel.

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Não adianta só reformar, Tem é que preservar


Está no jornal A Cidade de hoje que a explanada do Theatro Pedro II e as praças XV de Novembro e Carlos Gomes passarão por reformas e terão um custo aproximado de R$ 700 mil.

O problema não é a reforma, o problema é o que será feito depois.

O depois que eu quero dizer é quem fará a manutenção desses locais, pois não adianta nada reformar e depois não fazer a limpeza a preservação e a manutenção do local.

Por exemplo, quando reformamos, trocamos o piso ou ainda pintamos nossa casa procuramos depois das obras manter nossa casa em ordem para que não precisemos reformá-la novamente e como fazemos isso?

Fazemos varrendo, limpando, usando produtos para a limpeza de nossa casa e dessa maneira conseguimos manter por mais tempo nossa casa em ordem sem que tenhamos que novamente gastar nosso dinheiro com outra reforma.

Temos vários exemplos de praças reformadas e que depois abandonadas, o maior exemplo é a Praça das Bandeiras onde fica a catedral de nossa cidade. Ela foi reforma há pouco tempo e hoje já encontra-se precisando de uma nova reforma, já que não tivemos ninguém cuidando da limpeza e da manutenção do local.

Parece que é mais fácil deixar estragar e gastar muito dinheiro na reforma do que quando tiver alguma problema já resolve-lo. Também não adianta só varrer e as vezes jogar água, algumas vezes será necessário realmente uma limpeza do local do local, com produtos. Se em casa esfregamos e limpamos por que não fazer isso nas praças?

Por tanto não basta apenas reformar tem que manter o local limpo, arrumado, organizado, pois desta maneira as pessoas passaram a utilizar novamente o local e passarão a preservá-lo e a próxima reforma do local irá demorar e consequentemente iremos economizar.

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O cobustível mais caro do estado


Nossa cidade tem um dos preços mais caros nos combustíveis quando comparamos com outras cidades do nosso estado.

Um comparativo com outras cidades do estado de São Paulo mostrou que nossa cidade é uma das cidades onde os combustíveis estão com os preços elevados e os postos de combustíveis possuem uma das maiores margens de lucro. Para que você tenha ideia o preço aqui é até R$ 0,15 mais caro que na capital do estado.

Os postos dizem que sempre trabalham com uma margem pequena de lucro, o que parece não ser verdade se compararmos com o resto do estado.

O que sempre vemos em nossa cidade é uma quarteirização nos preços. Não temos uma competição entre o preço dos combustíveis nos postos, parece que os preços são combinados.

Especialista dizem também que o preço do combustível está no mesmo nível do mercado internacional, só esquecem de dizer que o nosso salário não está no mesmo nível do mercado internacional.

Um dos fatores que eu realmente não entendo é como nós que estamos no meio da cadeia de produção do etanol conseguimos pagar um valor mais elevado se comprarmos com a capital ou outras cidades.

Isso deve acontecer porque quando vamos para a capital ou vamos descer a serra para chegar ao litoral passamos por ima imensidão de plantação de cana-de-açúcar e também passamos por muitas usinas de álcool. Tenho certeza que quando você vai para a capital ou para o litoral não vê nem cana e nem usina lá por perto.

Não da mais pra pagar os elevadíssimos impostos que incidem sobre os combustíveis e também não dá mais para aceitar pagar mais pelo preço do etanol quando comparamos com São Paulo já que estamos no meio da produção.

Talvez pagamos mais caro talvez por sermos considerados a Califórnia brasileira.

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